08/04/2008 19:10
Das válvulas às Fitas K7
O povo do blog "Royal Pingdom" publicou uma matéria com uma galeria de fotos mostrando a
evolução da tecnologia de armazenamento de dados nos computadores. Dos cartões e fitas de papel perfurado dos primórdios da computação, passando pelas memórias de tambor magnético com mais de 20 cm de comprimento e capacidade de apenas 10 Kb até as populares fitas K7 na década de 80, a história é longa e bastante interessante.
Usei muitas fitas K7 para gravar e carregar programas (basicamente joguinhos e programinhas em BASIC) para os MSX, mais especificamente um Expert 1.1 da Gradiente. Ainda tenho em casa um DataCorder (o nome do gravador/leitor de fita específico para o Expert) e uma caixa com várias fitas.
O processo era incrivelmente incômodo, e envolvia vários ajustes de volume e azimute (inclinação da cabeça de leitura em relação à fita) até o micro finalmente "encontrar" o programa. Daí era outro teste de paciência até o dito carregar, a velocidades entre 300 e 1.200 bytes por segundo. Ter um drive de disquete era um sonho de consumo, tão distante quanto ter um gravador Blu-ray no PC de casa hoje (preço médio: entre R$ 1.500 e R$ 3.000)
Como as coisas mudaram... hoje andamos por aí com minúsculos cartões MicroSD de até 8 GB enfiados em nossos MP3 Players e celulares. E em alguns anos, eles serão peças de museu tão risíveis quanto os tambores de 10KB, pode apostar.
enviada por Rafael Rigues
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(O que é isso?)